Ford planeja retorno da F1 com Verstappen e Ricciardo ao volante
O esforço da Ford para reentrar na Fórmula 1 como construtor depende da contratação da dupla principal da Red Bull – Verstappen e Ricciardo – para reviver seu legado no automobilismo.

A Ford está planejando um retorno dramático à Fórmula 1 como construtor de pleno direito, com a Red Bull Racing como provável parceira e Max Verstappen e Daniel Ricciardo escalados para liderar sua formação de pilotos. A montadora com sede em Detroit manteve negociações avançadas com a Red Bull sobre se tornar sua fornecedora de motores e assumir uma participação na equipe, de acordo com vários relatórios. Essas discussões incluem a possibilidade de Verstappen e Ricciardo correrem sob as cores da Ford – Verstappen como a estrela indiscutível da equipe e Ricciardo como uma presença veterana de alto nível.
A última campanha da Ford na F1 como construtor terminou em 2004 com a Jaguar Racing, equipe que posteriormente vendeu. Desde então, a Ford forneceu motores para equipes como Stewart Grand Prix e Red Bull via Cosworth, mas nunca sob sua própria marca em uma campanha de alto nível. Um retorno marcaria um retorno ousado à categoria principal do automobilismo, onde a Ford conquistou cinco títulos de construtores entre 1967 e 1996.
O momento do potencial regresso da Ford alinha-se com o esforço agressivo da F1 para expandir a sua presença global, particularmente nos Estados Unidos. Com corridas em Miami, Las Vegas e Austin atraindo multidões recordes, a Ford vê uma oportunidade de alavancar a crescente popularidade do esporte para restabelecer sua marca em um mercado importante. A história da montadora no automobilismo americano – através da NASCAR e da IndyCar – também a posiciona bem para capitalizar o apelo crossover da F1.
O atual domínio da Red Bull Racing sob a unidade de potência da Honda deixou a equipe em uma forte posição de negociação. O interesse relatado da Ford em parceria com a Red Bull sugere que a equipa está aberta a diversificar as suas opções de fornecimento de motores, uma vez que visa a estabilidade a longo prazo para além da saída da Honda após 2025. Isto poderia criar uma luta de poder entre a Ford e os fornecedores de motores existentes, como a Mercedes e a Ferrari, potencialmente remodelando o panorama técnico do desporto.
A Red Bull Racing se recusou a comentar os relatórios, enquanto a Ford não abordou publicamente as especulações. A equipe de Verstappen recusou-se a discutir contratos futuros e os representantes de Ricciardo não responderam aos pedidos de comentários. O que vem a seguir: Espera-se que a Ford finalize o fornecimento de motores e os termos de parceria com a Red Bull nos próximos meses, com um anúncio potencial programado para o lançamento da temporada de 2025.
Se o acordo for concretizado, a equipa poderá estrear-se em 2026 com Verstappen e Ricciardo como pilotos principais, remodelando a ordem competitiva da F1 e revivendo a identidade automobilística da Ford. As implicações mais amplas para o ecossistema comercial da F1 são significativas. Uma aliança Ford-Red Bull poderia atrair patrocinadores adicionais, especialmente dos EUA, e forçar os fabricantes rivais a acelerar os seus próprios ciclos de inovação.
A medida também testaria a capacidade da Ford de se integrar no ambiente fortemente regulamentado da F1 enquanto compete ao mais alto nível – um desafio que a montadora não enfrenta desde os tempos da Jaguar. Ler em GNews.io
Por que isso importa
O potencial retorno da Ford na F1 como construtor poderia injetar novo capital e força de engenharia no esporte, ao mesmo tempo que reúne dois de seus talentos mais comercializáveis. A medida também testaria a capacidade da Ford de competir no mais alto nível depois de décadas de distância, remodelando o equilíbrio competitivo na próxima era da F1. Sinalizaria uma grande mudança na dinâmica comercial da F1, especialmente nos EUA, onde o reconhecimento da marca Ford e a herança do automobilismo poderiam impulsionar um novo envolvimento.
Perguntas frequentes
- Por que a Ford está voltando à Fórmula 1 agora?
- A Ford vê uma oportunidade de alavancar o alcance global e o prestígio técnico do desporto para impulsionar a sua marca, especialmente à medida que a F1 expande o seu público e apelo comercial. O momento se alinha com um esforço mais amplo das montadoras para se alinharem ao automobilismo de alto desempenho.
- Com qual equipe a Ford faria parceria na F1?
- Relatórios indicam que a Ford está em negociações avançadas com a Red Bull Racing para se tornar seu fornecedor de motores e potencialmente assumir uma participação na equipe, embora nenhum acordo final tenha sido confirmado.
- Poderiam Verstappen e Ricciardo se juntarem à equipe de F1 da Ford?
- Sim, ambos os pilotos têm contrato até pelo menos 2025 com a Red Bull, mas seus futuros a longo prazo são fluidos. O interesse relatado da Ford neles sugere um cenário em que eles poderiam correr sob as cores da Ford se um acordo se concretizasse.
- Quando a Ford competiu pela última vez na F1?
- A última campanha completa da Ford na F1 como construtor foi em 2004 com a equipe Jaguar Racing, que mais tarde vendeu. Desde então, a Ford forneceu motores para equipes como Stewart Grand Prix e Red Bull Racing sob a marca Cosworth.
- O que a Ford ganharia com o retorno da F1?
- Além da visibilidade da marca, a Ford ganharia uma plataforma para apresentar tecnologias avançadas, atrair jovens talentos de engenharia e competir num desporto que impulsiona cada vez mais a inovação automóvel e o interesse do consumidor.
- Como isso poderia afetar o cenário comercial da F1?
- Uma parceria Ford-Red Bull poderia atrair novos patrocinadores, especialmente dos EUA, e intensificar a concorrência entre os fabricantes de motores. Também forçaria as equipas rivais a acelerar o seu desenvolvimento técnico para acompanhar o ritmo.
Fonte
- Ford veut faire rouler deux stars de la F1 sous ses couleurs en compétition
GNews.iomotorsport.nextgen-auto.com20 de jun., 11:56fr



















