Djokovic soma 104 vitórias em Wimbledon e persegue recorde…
Djokovic derrota Tsitsipas e Federer em Wimbledon
O sérvio soma a 104ª vitória no All England Club e está perto de igualar o recorde histórico de Roger Federer. Tsitsipas, anteriormente top 3, foi revelado à lenda.
Novak Djokovic derrotou Stefanos Tsitsipas por 6-3, 6-4, 6-2 na segunda rodada de Wimbledon e avançou para as oitavas de final. A vitória, a 104ª do sérvio no All England Club, deixa-o a uma vitória de igualar o recorde absoluto de Roger Federer na história do torneio. A diferença de nível era abismal.
Tsitsipas, ex-número 3 do mundo, entrou na partida com a 87ª posição, enquanto Djokovic, de 39 anos, continua a mostrar que o tempo não diminuiu seu domínio. O grego, que perdeu a final para o sérvio em 2021, não teve ferramentas para contrariar o jogo do atual número 2 do ranking ATP. O contraste entre os dois perfis – o talento precoce e explosivo de Tsitsipas versus a precisão metódica e a experiência de Djokovic – resume a evolução do tênis moderno, onde a consistência de longo prazo supera os picos de desempenho efêmero.
ª vitória em Wimbledon, como também redefine os limites da longevidade no ténis masculino. Federer, com 105 vitórias na grama londrina, detém o recorde, mas Djokovic conseguiu algo ainda mais difícil: manter um nível de excelência por duas décadas, adaptando-se a gerações de rivais e às mudanças no esporte. Sua presença em quadra não se mede mais em meses ou anos, mas em décadas, algo que nem o próprio Federer alcançou em todo o seu potencial.
O sérvio soma a 104ª vitória em Wimbledon e agora se concentra em alcançar Federer, que detém o recorde com 105 vitórias no gramado londrino. O sérvio, em busca do seu 25º Grand Slam, não está apenas perseguindo recordes, mas redefinindo o que significa competir nessa idade no tênis de elite. Djokovic transformou a quadra em um laboratório de resistência física e mental, onde cada partida é uma aula magistral de eficiência: menos erros não forçados, mais pontos ganhos com um único golpe e uma capacidade de ler o jogo do adversário que parece inesgotável.
Tsitsipas chegou à partida com um histórico recente de irregularidades: nos últimos 12 meses, havia caído na primeira rodada de três grandes torneios em quadras de grama, incluindo Wimbledon 2023. Sua derrota para Djokovic não foi um acontecimento isolado, mas parte de um padrão que reflete a dificuldade de sustentar um alto desempenho em uma era dominada por figuras como o sérvio. O grego, que já foi visto como o futuro do tênis, agora enfrenta pressão para provar que ainda pode competir no mais alto nível, enquanto Djokovic continua a acumular vitórias como se o tempo estivesse passando.
O contraste entre os dois perfis também expõe uma realidade incómoda para o ténis moderno: o talento explosivo, embora promissor, raramente se traduz em consistência a longo prazo sem a estrutura e mentalidade de um campeão como Djokovic. Enquanto Tsitsipas representa a geração de jogadores que cresceram vendo o domínio dos sérvios, Djokovic personifica a resiliência de alguém que se recusa a ceder terreno, mesmo quando as novas gerações tentam tomar o seu lugar. Após a partida, Djokovic evitou se referir ao histórico de Federer e focou no presente.
"Cada partida é um desafio. Não penso em números ou recordes. Só quero aproveitar e dar o meu melhor", declarou o sérvio.
O contraste com Tsitsipas, que nos últimos anos passou de figura a jogador em reconstrução, ficou evidente em todos os momentos. A derrota do grego não foi apenas técnica, mas também psicológica: Djokovic, mesmo aos 39 anos, continua a ser aquele muro intransponível que separa os candidatos dos campeões. O que vem a seguir: Djokovic enfrentará o vencedor do duelo entre Holger Rune e Grigor Dimitrov nas oitavas de final.
Se superar essa instância, buscará somar mais uma vitória para alcançar Federer na história de Wimbledon. O caminho se complica: Rune, atual número 6 do mundo, e Dimitrov, ex-top 3, são rivais com experiência na grama e ambição de encerrar a sequência de rebatidas do sérvio. Ler em Marca Tenis
Por que isso importa
Djokovic não apenas soma números, mas reescreve a narrativa do tênis moderno. Sua capacidade de permanecer no topo enquanto busca recordes históricos – como o de Federer em Wimbledon – ressalta uma era de domínio sem precedentes. A derrota de Tsitsipas, outrora uma estrela em ascensão e agora em declínio, expõe a lacuna entre o talento efémero e a grandeza sustentada. Este jogo não foi apenas uma formalidade: foi um lembrete de que, aos 39 anos, Djokovic continua a ser o padrão pelo qual os outros são avaliados. Seu legado não é mais construído com títulos, mas com a capacidade de desafiar a passagem do tempo sem perder um pingo de competitividade. Além disso, o contraste com Tsitsipas reflete como o tênis de hoje recompensa a adaptação e a mentalidade, valores que Djokovic aperfeiçoou como nenhum outro na história.
Perguntas frequentes
Quantas vitórias Djokovic tem em Wimbledon?
Depois de vencer Tsitsipas, Djokovic soma 104 vitórias no All England Club, a uma de igualar o recorde de Roger Federer, que tem 105.
Qual foi a classificação de Tsitsipas ao enfrentar Djokovic?
Tsitsipas chegou à partida na 87ª posição do ranking ATP, longe de seu melhor momento como ex-número 3 do mundo.
Quantos Grand Slams Djokovic busca com este Wimbledon?
Djokovic aspira somar seu 25º título de Grand Slam nesta edição de Wimbledon.
Quem é o próximo adversário de Djokovic em Wimbledon?
O vencedor da partida entre Holger Rune e Grigor Dimitrov será o adversário de Djokovic nas oitavas de final.
Quantos anos tem Djokovic?
Djokovic tem 39 anos e continua competindo ao mais alto nível, algo incomum no tênis masculino.
Qual foi o histórico recente de Tsitsipas antes de enfrentar Djokovic?
Nos últimos 12 meses, Tsitsipas caiu na primeira rodada de três grandes torneios em quadra de grama, incluindo Wimbledon 2023.